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Até estava certo, mas pelo motivo errado.

Quase todos os lojistas se utilizam da numeração imediatamente abaixo do valor redondo do produto. É aquele famoso centavinho que não deixam o R$ 19,99 virar R$ 20,00.

Pois é… falar disso parece chover no molhado, porém descobriu-se novos motivos para a utilização desses números quebrados.

Pesquisas recentes na área de neuromarketing mostram que as razões que os clientes reagem melhor a um valor de R$ 499,00 do que ao de R$ 500,00 estão mais ligadas à aparente precisão do número ímpar e quebrado.

Consumidores que acharam uma torradeira de R$ 20,00 cara disseram que deveria custar entre R$ 17,00 e R$ 18,00, enquanto um mesmo número de consumidores que se depararam com a mesma torradeira a R$ 19,95 afirmaram que baixar o valor para R$ 19,75 ou R$ 19,50 seria o desconto ideal.

Isso se deve à criação de parâmetros de ancoragem de valor em nosso cérebro, onde se acredita que aqueles números quebrados estão lá por motivos racionais, onde se estabeleceu um custo do produto e apertada margem de lucro para chegar àquele valor.

No caso dos números redondos, se intui que aquele valor foi “chutado”  e calculado sem muito critério. Além disso, quando se negocia um desconto, o comprador geralmente se utiliza de números também redondos para fazer sua proposta.

Ainda se ouve muito “as pessoas não se iludem com R$ 0,01 de desconto”. As pessoas realmente podem não se iludir com o preço mais exato, mas podem atribuir um valor mais alto ao produto em si.